quinta-feira, 24 de julho de 2014

O ESPETÁCULO CANTANDO O GRANDE CIRCO MÍSTICO NO GUAIRÃO

O espetáculo Cantando O Grande Circo Místico homenageia os 45 anos do Balé Teatro Guaíra

Show com cantores e músicos locais revive a trilha de Chico Buarque e Edu Lobo que projetou a companhia paranaense para o mundo
Um espetáculo que encantou o Brasil está de volta em uma versão inédita que homenageia os 45 anos do Balé Teatro Guaíra, completados em maio deste ano. Com direção geral e cênica de Rodrigo Fornos e direção musical e arranjos de Vicente Ribeiro, Cantando O Grande Circo Místico é uma realização da Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra (ABABTG) e do Centro Cultural Teatro Guaíra (CCTG) e coloca em cena artistas curitibanos para reviver uma das trilhas mais famosas da MPB, assinada por Chico Buarque e Edu Lobo. O espetáculo tem apresentações na sexta e no sábado, dias 25 e 26 de julho, às 21h, e no domingo, dia 27, às 19h, no Guairinha, e relembra a trajetória de sucesso de O Grande Circo Místico, montagem que projetou a companhia paranaense para o mundo, com mais de 200 mil espectadores e cerca de 200 apresentações desde sua estreia, em 1983, tornando-se uma das mais importantes da história da dança no país. Os ingressos para as apresentações já estão à venda no site www.diskingressos.com.br e na bilheteria do Teatro Guaíra (Rua Conselheiro Laurindo, s/nº – Centro – Curitiba/PR).

Nesta homenagem, um elenco de peso foi reunido para dar voz às composições que fizeram de O Grande Circo Místico um clássico da MPB. André Drittrich, Ane Adade, Bernardo Bravo, Beth Lopes, Fernanda Sabbagh, Freddy Branco, Iria Braga, Levi Brandão, Maurício Vogue, Rodrigo Barros Del Rei, Suzie Franco e o próprio Rodrigo Fornos interpretam as canções do espetáculo, acompanhados por Alonso Figueiroa (acordeom), Fábio Cardoso (piano), Fernando Rivabem (bateria), Gabriel Schwartz (flautas e flautim), Sandro Guaraná (baixo) e Vicente Ribeiro (violão). “São artistas excelentes em um show que pretende homenagear um dos nossos maiores patrimônios culturais, que é o Balé Teatro Guaíra”, revela Fornos. Para o diretor, a ideia é fazer uma releitura de uma obra de arte insuperável. “Não pretendemos remontar ou refazer o que Chico e Edu Lobo fizeram. Isso seria impossível”, diz. “A homenagem que queremos também não tem bailarinos, mas cantores e músicos no palco, revivendo a obra que consagrou o balé do Guaíra”, confessa o diretor.

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