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Mostrando postagens de Janeiro, 2008

O artista Rubens Gerchman morre em São Paulo

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O artista carioca, RUBENS GERCHMAN que tinha 66 anos, faleceu devido a um câncer no pulmão, nesta terça-feira em São Paulo. Gerchman retratou vida na metrópole e fez trabalhos tridimensionais.

Morreu na manhã desta terça-feira (29) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o artista plástico Rubens Gerchman, aos 66 anos, em decorrência de um câncer no pulmão. O velório foi realizado até 15h30 no local e o corpo cremado às 17 horas no Horto da Paz, em Itapecerica da Serra (SP).

Nasceu no Rio de Janeiro, nascido a dia 10 de janeiro de 1942, Gerchman vivia na capital paulista desde meados de 2003. O artista começou a ganhar destaque a partir da década de 1960, quando fez sua primeira mostra individual na galeria carioca Vila Rica e logo se tornaria um dos integrantes da vanguarda carioca.

Em suas obras, retratava a vida da metrópole e cenas do cotidiano: em seus quadros aparecem partidas de futebol, concursos de miss, novelas da TV e cartazes. Seu trabalho "Lindonéia, a gioconda dos s…

De passagem por Belém e a chuva

Ao entardecer percebi uma nostalgia no ar. Que ar carregado e sôfrego, parece que existe uma certa pressão pairando sobre a minha cabeça. O ar daqui é por vezes rarefeito, umidade do ar...? Mas carregado!

Existe um corre-corre, num compasso que parece frenético sem ser. Os veículos passam em alta velocidade, como se a cidade não existisse, bicicletas frenéticas, entram nas ruas, sem se dar conta dos veículos, não é uma competição, é um desafeto! O ir e vir, das pessoas em zig-zag constante. Não remete à calmaria que se propõe em tantas poesias e canções, da literatura paraense.

Ah! Sem falar que as lojas do comércio local, promovem um longo horário de almoço, incluindo a sesta, e, que dormidinha básica é essa? Todos os dias após o almoço. E reabrem lá pelas três da tarde. Esse é o costume local.

Este arremedo de texto é de uma pessoa, que acorda cedo e volta a dormir, devido ao calor das noites do chamado Inverno (Verão) de Belém do Pará. Também é para deixar aqui registrado mais uma ve…

Em Belém do Pará

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Uma mangueira no meio da rua, em uma rua de Soure, m uma localidade na Ilha de Marajó
por Alice Varajão®
Olá meus amigos e habituais leitores, blogueiros de plantão, daqui a jornalista Alice Varajão resolveu, tirar férias e estou em Belém do Pará. Podem crer que na vida nem tudo é trabalho, assim como tudo não é lazer.
Mas por conta disso, cá estou tentando não me afastar do meu ofício e escrever.

Esta é apenas uma escrita daquelas que tem apenas a função de informar a quem por aqui passar, para dizer que estou de férias e não faço idéia de quando vou voltar pra casa.
Se é bom, sim isso pode parecer uma brincadeira mas não é. De quando em vez é mesmo preciso e necessário para a mente e para o corpo, nos afastar-mos do nosso dia-a-dia, do cotidiano e dar um tempo pra as pessoas, que convivem conosco. Dar férias pra esposa, pro marido, para o(A) amante, ou para seus animais domésticos se os tiver. Rever amigos, contar histórias, acordar tarde, comer aquilo que quando está com a namorado(a)…