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ANTOLOGIA FANTASMA CIVIL NA BIENAL INTERNACIONAL DE CURITIBA

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LITERATURA A poesia esta presente na Bienal Internacional de Curitiba 2013, acionando sentidos de uma experiência com o real a partir de uma expansão dos seus próprios conceitos de literatura. É da margem expandida da literatura e do livro que os 44 poetas participantes deste projeto de curadoria provocarão o leitor-transeunte. A antologia Fantasma Civil é um livro-objeto contendo folhas soltas para serem distribuídas pelo corpo de Curitiba, com poemas que fazem referência à cidade. As ações que levam os 42 poemas de Fantasma Civil para o corpo da capital serão executadas por mediadores em trajetos de ônibus. Um gesto de cartografia sensível da lembrança dos órgãos “civis” que respiram subjetivamente na poesia. A projeção do poema A Momento de Simetría, de Arturo Carrera, em uma das laterais da Casa da Memória, acrescenta marcas trazidas do pensamento cosmológico que emprestam à escrita a sugestão de dilatação do espaço consagrado do livro, retomando transversalidades entre e...

FANTASMA CIVIL, UMA ANTOLOGIA NA BIENAL INTERNACIONAL DE CURITIBA

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Fantasma Civil, uma antologia A antologia Fantasma civil, organizada por Ricardo Corona para a Bienal Internacional de Curitiba 2013, reúne 42 poemas de 42 autores brasileiros que mantêm alguma afinidade com a cidade. O conjunto de poemas acessa lugares de Curitiba, propondo-se a uma cartografia sensível da cidade. Com projeto gráfico da artista visual Eliana Borges, a publicação é composta de folhas soltas acondicionadas em uma caixa. Cada folha-página traz impressa, além do poema, uma imagem que este acessa e, conjuntamente, poema e imagem, lembram afetivamente lugares da cidade. Trata-se, portanto, de um livro-objeto que se relaciona com a cidade por meio destas estruturas dissipativas que são os poemas e as imagens (...). A partir de sensações de lugares e espaços que arquivam tanto sensorialidades imemoriais como lembranças individuais e, sobretudo, rastros-resíduos da cidade deslembrada – lugares que são devires antes mesmo de os poemas e as imagens ...se estruturarem para ev...